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sábado, 1 de abril de 2023

E SE...O "AMOR" TIVESSE UMA FORMA?

 


    Em tempos onde as guerras e o ódio têm falado mais alto no mundo, é reconfortante saber que em algum lugar nesse planeta, existe um monumento que exemplifica com tanta sensibilidade, um dos sentimentos mais sublimes do ser humano.

    Convido você a clicar no vídeo e conhecer um pouquinho mais sobre essa magnifica obra de arte, da escultora georgiana Tamara Kvesitadze, que conseguiu com muita criatividade e tecnologia, dar uma forma ao amor.

    Venha conhecer a historia das esculturas gigantes de aço que se movimentam, uma em direção a outra e se beijam, antes de se transpassarem e se afastarem.

Man and Woman - Statue of Love



#alienino #statueoflove

segunda-feira, 6 de março de 2023

A DINOLÂNDIA DE MINAS GERAIS


Você já ouviu falar do Parque dos dinossauros, da pequena comunidade de Peiropolis, distrito de Uberaba-MG?
Então venha assistir ao vídeo do canal de curiosidades Juninho Barbosa Te Conta, onde traremos pra você, mais informações sobre esse pitoresco local. 

 

quarta-feira, 6 de março de 2019

A ÁRVORE SALADA DE FRUTAS - ATÉ 40 FRUTOS DIFERENTES !



Não é difícil perceber alguns milagres que a natureza já realizou ao longo dos tempos, como novas plantas e animais (das mais variadas formas) que são descobertas ao redor do globo terrestre, não é verdade? Pois é, mas quando o ser humano tenta “dar uma de esperto” e entra em ação para alterar algo na natureza, quase sempre algo ruim acontece — isso é real, fato comprovado.

Contudo, não foi isso o que aconteceu com uma invenção bastante inusitada de um escultor americano. O ilustre Sam Van Aken, professor de arte da Universidade de Syracuse, nos EUA, teve uma ideia mirabolante: comprar um pomar falido — na Estação Experimental Agrícola do Estado de Nova York, que tinha mais de 200 anos de idade e estava prestes a ser fechado devido à falta de financiamento — e transformá-lo em uma árvore “multifrutas”, com 40 tipos diferentes de frutas.

Como ele fez isso?

Depois de comprar o antigo pomar — isso em 2008 —, Sam passou uns anos tentando descobrir como enxertar partes de algumas árvores em uma única árvore frutífera. Para isso, ele conseguiu mais de 250 variedades de frutas que têm caroço, e acabou desenvolvendo um método em cronograma com informações bem úteis, como em que época cada uma delas florescia em relação às outras.

Com isso, o cara começou a combinar alguns enxertos na estrutura de uma árvore, e, depois de dois anos de observações e anotações, a equipe usou uma técnica — chamada “chip de enxerto” — para acrescentar as variedades em outros ramos distintos. O resultado só veio ficar pronto depois de cinco anos de experimentos.

A árvore dos 40 frutos.
E deu certo?

Com certeza, e com maestria! A invenção de Sam não só realmente dá 40 tipos de frutos diferentes, mas também tem um detalhe bem interessante: todas as frutas crescem ao mesmo tempo!

Na primavera, a árvore mostra um mosaico cheio de flores (rosas, brancas, vermelhas e roxas). Já no verão, esse belo quadro se transformam em uma verdadeira fonte de ameixas, pêssegos, damascos, nectarinas, cerejas, amêndoas, etc. Incrível, não?

Até agora, mais de 16 árvores de 40 frutos foram feitas e plantadas em diversos lugares, como em museus, centros comunitários e coleções de arte privadas em todo território americano. A próxima missão de Van é produzir um pequeno pomar dessas árvores em um cenário marcante da cidade de Nova York.


LOBISOMEM ASSUSTA MORADORES DE MIRASSOLÂNDIA HÁ MAIS DE 30 ANOS APÓS IMAGEM MISTERIOSA


Quando o sol se põe em dias de lua cheia o céu estrelado fica propício para aparição do lobisomem, um ser mitológico que é metade lobo e metade homem. Os moradores de Mirassolândia, no interior de SP, dizem ter um grande motivo para ficarem apreensivos em noites com essas características.

Eles garantem que lobisomem existe e já assustou muita gente. Isso porque um ex-peão de rodeio da cidade, Osmar Nascimento, considerado “valente” por muitos, saiu para fotografar o ser em um cemitério de Nova Granada (SP), em abril de 1985. O resultado foi uma imagem intrigante.

Hoje, a dúvida é se a imagem é de um desenho ou fotografia. No entanto, naquela época os moradores da região acreditaram mesmo que seria uma fotografia do homem-lobo.

O barbeiro Marcelino Inácio de Souza garante que este ser existiu. “Todo mundo da cidade falava que ele existia e muita gente viu. Ele era na figura de um cachorro preto”, afirma.

Os amigos do ex-peão João Vanderlei Gonçalves e Luiz Fachini até lembram do dia em que Osmar saiu para registrar a existência do lobisomem.

A imagem repercutiu e o assunto foi manchete de diversos jornais da época. O “valente” até foi entrevistado e disse sem medo que “fotografar este bicho não é nada para mim, é fichinha.”

Enquanto isso, as crianças da época tinham medo do lobisomem e, quando precisavam sair de casa sozinhos durante a noite, era um verdadeiro desafio.

“Com seis, sete anos, você fica impressionado com a foto que parecia algo sobrenatural, as crianças tinham medo de se encontrar com o tal lobisomem”, lembra Jairo Garcia Pereira.

A polêmica já até se tornou caso de polícia quando uma dupla de amigos se fantasiou de lobisomem para assustar os moradores da cidade.

“A máscara ficou apreendida no Fórum, mas a gente absolvido. No dia, o juiz disse que foi algo que nunca viu e dava risada”, lembra o agropecuarista Jair Henrique.

Já o citricultor Paulinho Tamarindo ficou conhecido por se fantasiar. “Fui lobisomem por um tempo e até hoje meu apelido é lobisomem.”

Quem tornou pública a imagem do lobisomem não pode garantir se trata-se de uma fotografia ou uma pintura, mas o filho do ex-peão e “fotógrafo” jura de pé junto que o ser mitológico existiu.


Veja o vídeo:

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Silêncio - Ausência de barulho pode turbinar o cérebro e a criatividade

Vivemos cercados de som e barulho, mas o que acontece quando nos deparamos com o verdadeiro silêncio? O barulho do trânsito, sirenes estridentes, vozes altas, alertas de mídia social - tudo pode ser avassalador na vida de alguém, mas ainda assim a ausência de som tem sido associada à solidão, ao tédio ou à tristeza.
"Vivemos na era do barulho. O silêncio está quase extinto", afirma o filósofo e aventureiro Erling Kagge.
E ele diz isso com propriedade: Erling explorou o poder do silêncio e tornou-se a primeira pessoa a alcançar os "três polos" do norte, sul e o cume do Everest.
Mas por que precisamos de silêncio, como o perdemos e onde poderíamos encontrá-lo novamente?

Silêncio permite que nos sintamos 'presentes'
"A Antártida é o lugar mais quieto em que eu já estive", diz Erling. "Ali, estava cada vez mais atento ao mundo do qual faço parte."
Ele explica como o silêncio que encontrou em sua expedição permitiu que se sentisse mais "presente": "Eu não estava nem entediado nem interrompido. Eu estava sozinho com meus próprios pensamentos e ideias... Eu estava presente em minha própria vida".
Obviamente não podemos ir todos para um deserto gelado a qualquer momento, mas talvez seja possível encontrar um espaço silencioso - um quarto, algum canto silencioso de um jardim ou um cubículo de banheiro - pode nos ajudar a tirar um momento da correria de nossas rotinas diárias e a nos reconectar com nós mesmos.
Erling acredita que todos nós podemos encontrar nosso "silêncio interno" e sugere "ficar de pé no chuveiro... sentado em frente a um fogo crepitante, nadando em um lago na floresta, ou dando um passeio por um campo".
"Todas essas podem ser experiências de quietude perfeita."
O silêncio nos dá espaço para pensar

O silêncio é "uma chave para desbloquear novas formas de pensar", diz Erling, e a ciência apoia a teoria do filósofo.
Mesmo sem o estímulo do som, nossos cérebros permanecem ativos e dinâmicos.
Um estudo de 2001 realizado por neurocientistas da Universidade de Washington descobriu que havia uma função cerebral "modo padrão": eles concluíram que um cérebro "em repouso" ainda estava em ação, constantemente absorvendo e avaliando informações.
Pesquisas subsequentes mostraram que esse "modo padrão" também nos ajuda a refletir.
O artigo Frontiers in Human Neuroscience, de 2013, afirma que, mesmo quando o cérebro repousa, ainda é capaz de processar informações no que eles chamam de "espaço de trabalho consciente".
Silêncio e descanso podem ser a chave para o nosso melhor pensamento criativo e nossas maiores ideias.
O silêncio é uma ferramenta poderosa de conversação

"O silêncio é uma das grandes artes da conversa", disse o famoso orador romano Cícero.
Na conversa ou no debate, é fácil esquecer o poder do silêncio - mas ficar quieto pode ser uma ferramenta muito eficaz, e é uma opção que todos temos à disposição.
Ao fazer uma pausa, você pode falar com mais calma e sabedoria: o silêncio pode ser o espaço entre uma explosão inútil de sentimento e uma resposta ponderada.
Isso também mostra confiança em um argumento. "Nada fortalece mais a autoridade do que o silêncio", afirmou Leonardo da Vinci.
Mas, além de nos ajudar a derrotar um adversário, ele pode nos ajudar a fortalecer nossos relacionamentos.
Ao ficar em silêncio, você está naturalmente ouvindo mais e dando aos outros a oportunidade de compartilhar.
O silêncio pode realmente ajudar nossos cérebros a crescerem.
Em 2013, a bióloga Imke Kirste estava testando os efeitos do som nos cérebros de ratos. 
Os resultados foram surpreendentes: os sons não tiveram impacto duradouro, mas duas horas de silêncio por dia estimularam o desenvolvimento celular no hipocampo - a parte do cérebro que ajuda a formar as memórias.
Não era o som em si, mas a própria ausência que criava novas células no cérebro dos ratos. Embora o crescimento de novas células cerebrais não tivesse necessariamente benefícios para a saúde, essas células pareciam se tornar neurônios funcionais.
Se uma ligação entre o silêncio e a geração de neurônios puder ser estabelecida em humanos também, há uma chance de que o silêncio possa ser usado para ajudar pacientes com condições como demência e depressão.
O silêncio é o antídoto a redes sociais
"As notificações da tela de um celular podem ser viciantes", adverte o filósofo e aventureiro Erling Kagge.
"Quanto mais somos inundados, mais desejamos nos distrair. Verificamos e revisamos nossos telefones como um bandido armado, na tentativa de obter satisfação."

Mas, em vez de encontrar satisfação, ele afirma que essa forma de ruído gera ansiedade e sentimentos negativos. "Podemos ficar viciados nas mídias sociais, mas isso não significa que estamos felizes."
"O silêncio", diz Erling, "é o oposto de tudo isso. É sobre entrar no que você está fazendo, e não viver com outras pessoas e outras coisas".
Pode ser um pensamento assustador, mas tente um jejum tecnológico de algumas horas.
Conquiste estas rupturas devagar até que você possa passar um dia inteiro sem seu telefone ou tablet e veja como você se sente depois dessa experiência.
O silêncio ajuda a aliviar o estresse
A enfermeira britânica Florence Nightingale escreveu que "o ruído desnecessário é a mais cruel ausência de cuidados que pode ser infligida a pessoas doentes".
Ela argumentava que todo som desnecessário poderia causar temor, angústia e perda de sono para pacientes em recuperação.
A pesquisa moderna apoia os pontos de vista dela elaborados no século 19: foram descobertas correlações entre pressão alta e ruído crônico - como o de estradas e aeroportos.
O ruído também pode resultar em níveis elevados de estresse - acredita-se que as ondas sonoras ativam a amígdala, que está associada à formação da memória e à emoção, causando uma liberação de hormônios do estresse.

Esse processo pode ocorrer mesmo enquanto dormimos.
O silêncio, no entanto, tem o efeito oposto: ajuda a liberar a tensão no cérebro e no corpo.
Um estudo publicado na revista Heart descobriu que dois minutos de silêncio podem ser ainda mais calmos do que ouvir música "relaxante".