sábado, 1 de abril de 2023
E SE...O "AMOR" TIVESSE UMA FORMA?
quinta-feira, 9 de março de 2023
VOCÊ JÁ OUVIU FALAR DE BIBLIOMANCIA?
Às vezes tudo que queremos é um conselho, uma luz ou a resposta para uma dúvida e, nessas horas, muitas pessoas recorrem aos oráculos. Entre os muitos oráculos e métodos de adivinhação que atravessaram os tempos, a Bibliomancia, uma arte mágica antiga e acessível a todos — independente do nível de conhecimento em magia, é uma das mais usadas. Para praticá-la, você só precisa de um livro.
A Bibliomancia foi muito praticada no império romano, no
período pré-cristão e, inicialmente, utilizava-se de textos sagrados ou
exemplares de filósofos para prever o
futuro. Foi apenas durante a Idade Média que a prática se popularizou no
ocidente e ganhou muitos adeptos, com diversas religiões a adotando e
utilizando seus próprios livros sagrados.
Origens e métodos
Um dos primeiros textos utilizados no Oriente para
adivinhação foi o I Ching, que pode ser traduzido como Livro das Mutações.
Criado no período Zhou Ocidental (1000–750 a.C.), o I Ching tem um método
próprio que consiste em usar o caule de um milefólio para produzir um conjunto
de seis números que corresponde a partes do texto. O livro se tornou tão
popular que pode ser encontrado até hoje em versões mais modernas.
I Ching - O livro das
mutações
Dentre os métodos mais utilizados pela Bibliomancia, o mais simples requer apenas que a pessoa formule uma pergunta, escolha um livro qualquer e, ao abri-lo aleatoriamente, deixe seus olhos pousarem em qualquer parte do texto que deverá ser interpretado como resposta ao questionamento.
Outra forma de fazer é com uma leitura direcionada, onde o consulente formula a pergunta ao bibliomante, que manipula a busca no livro, ele próprio, apresentando a seguir, o trecho que se destacar a seus olhos ao consulente
Também pode-se deixar o livro ao ar livre, onde o vento se encarregara de mover as paginas e trazer as respostas.
Qual livro usar?
Qualquer livro pode ser usado como uma ferramenta da bibliomancia. Seja um livro de ficção, romance, biografia ou auto-ajuda, o importante é o sentido que você dá mensagem contida em suas páginas. Além disso, o significado que esse livro tem para você, no momento da prática, é fundamental para a leitura da bibliomancia.
Outra
questão importante é a sua pergunta. Isto é: você deve escolher o livro de
acordo com o campo semântico da sua dúvida. Nesse caso, se a sua questão é
sobre sua relação amorosa, você pode consultar um romance. Mas se for sobre uma
questão existencial, você pode escolher um livro sobre astrologia ou
misticismo.
Apesar disso, é muito comum que os videntes utilizem um livro específico apenas para a prática da bibliomancia, como um oráculo sagrado.
terça-feira, 7 de março de 2023
SEALAND: O PAÍS FLUTUANTE DO NORTE
![]() |
| Roy and Joan Bates, principe e princesa de Sealand em 1979 |
Em 1965, Roy Bates, dono de um pequeno barco frigorífico e
tido como uma pessoa excêntrica, mudou-se com sua família para a base militar
Knock John Tower e a usava para transmitir a programação de sua rádio pirata, que
chamou de Radio Essex. Ele estava protegido legalmente pelo fato de a
construção não estar dentro das águas territoriais britânicas. Mais tarde, o
governo estendeu os limites do país e a base Knock John acabou fazendo parte
dos limites do território britânico. A família Bates recebeu ordem de se
retirar, mas pouco tempo depois mudou-se para outra base mais distante da
costa, denominada Rough Towers. Um ano depois, a Marinha de guerra britânica
tentou expulsá-lo do local, mas sem êxito. Um juiz deliberou que Sealand está
além do limite de três milhas das águas territoriais do Reino Unido, escapando
ao controle do governo londrino.
![]() |
| Moedas oficiais de Sealand |
Invasão
Em 1978, aproveitando a ausência do chefe de estado Roy
Bates, um empresário alemão autoproclamado primeiro-ministro de Sealand encenou
uma invasão ao estado, dominando-a rapidamente e mantendo as pessoas que ali
estavam de reféns, dentre elas o herdeiro Michael. No entanto, ao saber da
situação, Roy conseguiu recuperar a base, resgatando os reféns e expulsando os
invasores. Este foi o acontecimento local mais próximo de uma guerra, sobre o
qual não se tem muitas informações - nem o próprio site governamental é muito
explícito a respeito. O empresário alemão era Alexander Achenbach, que comprara
de Roy Bates um passaporte de Sealand. A Alemanha enviou um diplomata a
Londres, mas a Grã-Bretanha não tinha poder sobre Sealand e este foi enviado a Sealand
para negociar a soltura de todos.
Incêndio
Hino Nacional
O Hino Nacional de Sealand, intitulado "E Mare
Libertas", foi composto pelo compositor londrino Basil Simonenko e adotado
em 2001. É uma peça somente instrumental, sem letra. Em 2005 foi gravado pela
Slovak Radio Symphony Orchestra e incluído no volume 7 de sua coleção de CDs de
hinos nacionais do mundo.
![]() |
| Michael Bates Príncipe Soberano do Principado de Sealand |
Bienal do Mercosul
![]() |
segunda-feira, 6 de março de 2023
A DINOLÂNDIA DE MINAS GERAIS
sábado, 20 de abril de 2019
O efeito Lúcifer: quando boas pessoas tornam-se ruins
sexta-feira, 12 de abril de 2019
Filho biológico de ‘três pessoas’ nasce na Grécia
Abelhas são capazes de fazer contas de adição e subtração
terça-feira, 12 de março de 2019
Morador de rua fica rico e contrata apenas pessoas desabrigadas.
Cabra de 3 anos é eleita prefeita de cidade nos Estados Unidos
![]() |
Obviamente, o animal não vai assinar leis e discutir o orçamento da cidade. |
quinta-feira, 7 de março de 2019
AUTORIDADES AMERICANAS APROVAM NOVO ANTIDEPRESSIVO EM FORMA DE SPRAY NASAL
![]() |
| Foto divulgada pela Janssen Global Services do spray nasal Spravato — Foto: Janssen Global Services via AP |
quarta-feira, 6 de março de 2019
A ÁRVORE SALADA DE FRUTAS - ATÉ 40 FRUTOS DIFERENTES !
![]() |
| A árvore dos 40 frutos. |
LOBISOMEM ASSUSTA MORADORES DE MIRASSOLÂNDIA HÁ MAIS DE 30 ANOS APÓS IMAGEM MISTERIOSA
A LENDA DA MATINTA PERERA
LENDAS E CAUSOS DA QUARESMA IV - O PESCADOR TEIMOSO
LENDAS E CAUSOS DA QUARESMA III - A CRIANÇA DESAPARECIDA
LENDAS E CAUSOS DA QUARESMA II - O DEFUNTO QUE O DIABO LEVOU
A enorme riqueza material desse homem contrastava, porém, com sua imensa miséria moral. Era um indivíduo perverso, de tal maneira perverso, que martirizava os infelizes escravos que lhe pertenciam,não porque cometessem algum delito, mas unicamente para vê-los delirar de sofrimento. Muitos deles fugiam ou se suicidavam, quando lhe caíam nas garras. Aliás, não eram só os desgraçados pretos as vítimas desse tarado satânico - a família também sofria terrivelmente sob seu jugo implacável. Era corrente que a filha mais velha fora por ele próprio envenenada, por apenas recusar um fazendeiro bronco, de idade avançada, enfermiço e autor de muitas mortes, o qual, só pelo seu ouro, o coronel queria para genro.
Prosperavam os negócios do desumano traficante de escravos e preparava-se ele para uma viagem ao sertão, quando o destino lhe mudou o itinerário, mandando-o viajar para o cemitério.
A notícia de sua morte não causou nenhuma tristeza, como era de esperar, dada a antipatia que a cidade em peso lhe votava. Quase ninguém subia as escadas do velho sobrado, para ver a máscara do morto ou levar pêsames à família. A repulsa era evidente.
Ora, nesse dia, um estranho acontecimento se passou, de que só mais tarde se veio a saber.
Foi o caso que, tendo ficado um instante, o cadáver sozinho na sala, quando a esta voltou a primeira pessoa da casa, uma grande surpresa a esperava: o defunto havia desaparecido!
Houve o justificado alarme. A família, aturdida, assombrada, não achava explicação para o fato a não ser a intervenção do sobrenatural. "Era um velho tão mau, que falava tanto de Deus..." - comentavam.
Baldadas todas as buscas, e a fim de evitar escândalo, colocaram no caixão, para fazer peso, um grosso tronco de bananeira e depois o fecharam. Quando alguém, que chegava, pedia licença para ver o morto, diziam:
- Queria desculpar, mas não é possível.
Está-se decompondo horrivelmente... Tivemos ordem de não abrir mais o caixão.
Á tarde, os funerais foram feitos, com meia dúzia de pessoas, apenas, a acompanhar o corpo.
E dizem que, naquela noite, longe, muito longe da cidade, por uma deserta encruzilhada, passou, a horas mortas, numa carreira louca, um cavaleiro de esporas fosforescentes, alto, magro, anguloso, chispando fogo e levando à garupa de um cavalo fantástico o cadáver do velho coronel, envolto em lúgubre mortalha, que esvoaçava sinistramente ao vento...



























